sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Acordar cedo: como criar o hábito e ganhar mais tempo em seu dia-a-dia

Acordar cedo por vontade própria pode ser um hábito difícil de criar, para quem está acostumado a ficar debaixo das cobertas até o horário em que tem a obrigação de sair da cama.

Mas ganhar algumas horas – ou mesmo minutos – a mais em suas manhãs pode produzir uma grande diferença na sua produtividade e qualidade de vida.

Há várias técnicas que você pode aplicar para sofrer menos para pular da cama mais cedo. Selecionamos algumas delas, referenciamos outras, e acrescentamos a tradicional pergunta para que os leitores compartilhem as suas dicas para acordar mais cedo.

Sete dicas para acordar mais cedo com efetividade

  1. Tenha um objetivo e convença a si mesmo – Se acordar cedo não é uma obrigação, você precisa ter um bom motivo todos os dias, até formar o hábito. Alguns possíveis bons motivos são: ter mais tempo para estudar, fazer exercício, trabalhar em casa, tomar um café da manhã saudável, ler o jornal, atualizar seu site, dar uma caminhada, conviver com a família ou o que quer que você precise mais tempo para fazer pela manhã. Pense nas causas tanto na hora de acordar, como na hora de ir dormir, para ajudar a formar a necessária motivação. Pense também nas conseqüências
  2. Seja produtivo com seu tempo extra: Você acordou mais cedo por alguma razão. Realize esta razão, porque se você se render à tentação de ficar assistindo reprises de seriados na televisão de pijama, a sua motivação para acordar cedo nos próximos dias irá se diluir!
  3. Pense previamente nas desculpas – e ignore-as: quando o despertador tocar, uma série de desculpas vão passar pela sua mente. “Descansar é saudável”, “Posso deixar para amanhã”, “Está tão frio”, etc. Pense nelas antes, e prepare-se para ignorá-las.
  4. Pule da cama: Nada de “Só mais 10 minutos”, que levam a só mais 15, mais 25, e lá se foi a sua manhã. Discipline-se para sair da cama imediatamente, e assim que você estiver fora dos cobertores, tudo ficará mais fácil.
  5. DURMA! Para acordar cedo consistentemente, você precisa dormir um número suficiente de horas (o número exato varia de indivíduo para indivíduo), o que em geral se consegue indo dormir mais cedo, sem ficar assistindo TV ou lendo um livro na cama, madrugada adentro. Planeje no início da noite a hora que você pretende ir dormir, mas cuidado para não transformar isso em razão de stress, senão o efeito vai se inverter. Melhore a qualidade do seu sono, procure e resolva as causas de eventuais insônias ou distúrbios no seu sono, para que não prejudiquem o seu rendimento no dia seguinte.
  6. Facilite o processo de acordar: Planeje no dia anterior o que você vai precisar, e já deixe preparado. Deixar separadas as roupas que irá vestir, os objetos que irá precisar na sua primeira tarefa da manhã, etc. enquanto ainda está bem acordado no dia anterior facilita a sua vida e pode representar um grande ganho de tempo.
  7. Tenha alguma recompensa: Se o seu objetivo em acordar cedo for uma obrigação (assistir a alguma aula, participar de uma reunião, trabalhar, etc.), ofereça a si próprio alguma recompensa: a oportunidade de tomar um café da manhã um pouco mais caprichado, um banho mais longo, ler o jornal antes de sair de casa… Use a criatividade, manter-se motivado é um bom investimento.

O artigo “Waking Up Early – 15 Tips That Work“, de Dave Cheong, tem boas dicas adicionais, além das mencionadas acima, que você pode adaptar à sua rotina.


Fonte: http://www.efetividade.net/

Sutiãs e próteses ajudam a dar mais sustentação para os seios femininos

A ação da gravidade não perdoa os seios femininos, mas é possível minimizar a ação do tempo e deixá-los mais bonitos e saudáveis. O uso correto do sutiã pode garantir mais sustentação e firmeza às mamas.

Uma opção mais cara e definitiva é a colocação de próteses de silicone. E exercícios físicos também ajudam a tonificar a musculatura da região.

Em entrevista dada ao programa Bem Estar da Rede Globo de Televisão, o ginecologista José Bento e o cirurgião plástico Élvio Garcia esclareceram as dúvidas do público feminino e também do masculino, já que os seios são a segunda paixão nacional na anatomia da mulher – atrás apenas do bumbum. Garcia falou sobre colocação de próteses, que desde 2008 já ultrapassou o número de lipoaspirações no Brasil.

Os médicos explicaram, ainda, as mudanças pelas quais as mamas passam ao longo da vida: da menstruação à amamentação.

Mamas (Foto: Arte/G1)

Segundo José Bento, a pílula anticoncepcional pode aumentar o tamanho dos seios, pois há um aumento da taxa de hormônios. Ele e Garcia destacaram que é comum uma mama ser maior que a outra, mas, quando for demais e isso incomodar a mulher, pode-se optar por uma cirurgia.

A partir dos 40 anos, há uma modificação no tecido mamário, que vai sendo substituído por gordura. É uma espécie de proteção do corpo, pois o câncer aparece apenas nesse tecido. O médico investiga se essa substituição está ocorrendo em um ritmo correto, já que as mamas com tecido bem substituído apresentam baixo risco de doença.

A mamografia é o exame de imagem mais utilizado para o diagnóstico do câncer de mama. Possibilita a detecção de lesões pequenas que ainda não se disseminaram, reduzindo em até um terço a mortalidade dessas mulheres.

A falta de colágeno, uma proteína, é que faz a mama cair. Por isso, um baixo consumo pode aumentar a perda de sustentação. Além disso, quando a mulher emagrece muito rápido, o espaço antes ocupado pela gordura fica vazio e os seios perdem firmeza. Ao engordar, o efeito é o mesmo, porque as mamas ficam mais pesadas.

Assim que os seios se formam, as adolescentes já devem usar sutiã. Quanto mais cedo, mais se preservam as fibras de sustentação. Para medir a mama e ver se ela é pequena, média ou grande, deve-se usar uma fita métrica do osso esterno (no meio do peito) até o mamilo e, depois, do sulco (onde fica o ferrinho do sutiã, bem embaixo) até o mamilo.

Essas duas medidas devem ser somadas e divididas por dois. Se a média for menor que 9, o seio é pequeno. Se ficar entre 9 e 11, é médio. E, se for maior que 11, é grande.

Sutiã (Foto: Arte/G1)


Tipos de sutiã
- Bojo e enchimento: disfarçam peitos pequenos e dão boa sustentação. Porém, o excesso de espuma para dar volume faz os seios transpirarem muito e pode diminuir o tônus deles

- Tomara-que-caia: indicado para usar com vestidos ou blusas decotadas. Não deve fazer parte do dia a dia, principalmente para quem tem mamas fartas. Como não tem alças, a peça segue a lei da gravidade e empurra o tecido da pele para baixo

- Top: ideal para quem faz atividades físicas de impacto, como corrida, bicicleta e caminhadas aceleradas. O melhor tecido é o de algodão. Quem tem problemas posturais deve usar lingeries e blusas mais ajustadas ao corpo

- Alças: finas e justas podem a marcar os ombros e até causar problemas nas costas. As melhores são mais largas e bem firmes ao corpo

- Costuras, ferrinhos e rendas: deixam o sutiã lindo, mas podem provocar alergia, marcar o corpo e até comprometer a circulação linfática, levando a um inchaço

História
Entre 1900 e 1910, o estilista francês Paul Poiret criou os vestidos com cintura alta e decretou a morte dos penosos espartilhos. Mas foi a americana Mary Tucek que percebeu que faltava algo para sustentar os seios femininos. Em 1907, criou uma peça com bojos separados, alças nos ombros, e presa na parte de trás por colchetes. Mas a primeira patente é de 1914.

Prótese de silicone
A cirurgia demora, em média, uma hora e meia, e a anestesia pode ser geral, local ou peridural, dependendo do caso.

A paciente poderá ter alta hospitalar no mesmo dia. No geral, é possível retornar ao trabalho e estudos em uma semana. Se possível, o repouso por 15 dias é mais indicado. Fazer ginástica (sem membros superiores) só a partir de um mês, com o consentimento do médico. No pós-operatório, é indicado um sutiã de maior contenção das mamas.

Depois de 10 anos, aumentam as chances de problemas e pode ser preciso trocar a prótese. O médico deve fazer acompanhamento constante. Em geral, as mulheres que colocam silicone acompanham muito mais a saúde da mamas do que as que não colocam.

Em torno da prótese, forma-se uma película (cápsula) biológica que, em algumas pacientes, torna-se espessa e, ao se retrair, leva ao endurecimento dos seios. Caso isso ocorra, avalia-se o caso e, se necessário, retira-se a prótese pela cicatriz anterior. Em seguida, discute-se sobre nova reintrodução ou uma conduta mais indicada. A retração capsular deve-se à rejeição que o próprio organismo pode ter com o implante de silicone.

Em caso de câncer de mama, a reconstrução hoje faz parte da sistematização do tratamento. É uma cirurgia reparadora que busca amenizar mutilações, devido à mastectomia parcial ou total pela presença de nódulos ou tumores.


Fonte: http://g1.globo.com/

Trabalhar na mesma posição o dia inteiro prejudica a circulação

Ficar parado ou sentado durante muito tempo pode prejudicar a circulação. Apesar de não ter a ver com o sangue, mas com a compressão dos nervos, cruzar as penas ou ficar numa posição ruim também pode causar formigamento.

Para dar dicas de como melhorar a circulação e diferenciar veias e artérias, o Bem Estar desta sexta-feira (21) convidou o cirurgião vascular Pedro Puech Leão. Ao lado dele, o preparador físico José Rubens D’Elia embarcou no ônibus estilizado do programa para ensinar exercícios de fortalecimento da panturrilha, o nosso segundo coração.

No estúdio, D’Elia apresentou uma série de exercícios de rotina que mantém o sangue circulando bem pelas panturrilhas.

Arte circulação (Foto: arte / G1)

A repórter Marina Araújo foi a um escritório em São Paulo para conferir a postura dos funcionários que trabalham sentados o dia inteiro. Nem todos tomam os cuidados básicos para melhorar a circulação das pernas.

Cruzar as pernas, sentar-se sobre elas, ficar de pé ou sentado não tem nenhum problema, desde que não seja por muito tempo. O importante é trocar de posição várias vezes ao longo do dia.

Para quem trabalha sentado durante horas, o recomendado é levantar e caminhar um pouco a cada meia hora. O mesmo serve para quem fica muito tempo de pé. É preciso sentar-se um pouco a cada meia hora.

Também é importante evitar o sobrepeso e roupas muito apertadas – isso inclui as meias, dê preferência às elásticas. Os cuidados incluem a hora do sono: a melhor posição para dormir é deitado na cama. Em viagens longas de ônibus ou avião, levante-se e ande no corredor.

Ao contrário do que a maioria acredita, a sensação de formigamento não tem nenhuma relação com sistema circulatório. Ela ocorre quando o nervo é prensado e não consegue enviar para o cérebro as sensações do corpo.


Fonte: http://g1.globo.com/

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

HERBALIFE NA GLOBO! Nos Programas Mais Você e Bem Estar.

Na Luta Contra a Obesidade




1)Como está hoje a situação do Brasil quanto a desnutrição e a obesidade?
Enquanto existe uma luta para acabar com a fome e combater a desnutrição no sertão do Nordeste e na periferia das capitais, o Brasil convive com outro problema alimentar geralmente associado a países desenvolvidos: a obesidade.(Transição Nutricional). Estimativa do Ministério da Saúde mostra que 6% dos homens e 12% das mulheres com mais de 18 anos sofrem da doença, apontada como fator de risco para problemas cardíacos, diabete e câncer de mama. Um terço da população brasileira tem peso acima do saudável.

2) Quais são as propostas do governo para corrigir os maus hábitos alimentares?
Na tentativa de corrigir os maus hábitos alimentares da população, o governo estuda restringir a publicidade de alimentos ao público infantil na TV. Uma das hipóteses analisadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária é seguir o procedimento já adotado nas propagandas de cigarro, com a veiculação de mensagem do Ministério da Saúde após os anúncios, alertando para a limitação nutricional das guloseimas. (Outra proposta interessante da ANVISA foi a Rotulagem Nutricional Obrigatória - Resolução n° 40 de 21 de março de 2001, disponível no site: http://www.anvisa.gov.br ). Outra hipótese seria a proibição de anúncios de alimentos durante a programação infantil.

3)Por que esta proibição ajudaria a diminuir os índices da obesidade infantil?
Porque um dos principais determinantes da obesidade infantil é o sedentarismo, que implica na permanência em frente a TV por várias horas, sob a influência de propagandas - fator que afeta de maneira muito direta o modo de vida e os hábitos alimentares, visto que comerciais encorajam o consumo de certos alimentos os quais são apresentados como saudáveis ou simplesmente gostosos mas na realidade, são produtos com valor nutritivo reduzido, de alta concentração calórica, devido a grandes quantidades de gordura saturada, colesterol e açúcar.

4) Você tem conhecimento se outras medidas serão tomadas pelo governo?
O governo quer também regulamentar o funcionamento das cantinas escolares, limitando o tipo de alimento vendido aos alunos. Em Florianópolis foi proibida a venda de refrigerante nas escolas

5)Em que classe social se concentra a maior parte da população obesa?
O Brasil já apresenta situações em que o total de obesos é maior entre a população mais pobre. É o caso das mulheres adultas no Sudeste, onde há mais obesas na base da pirâmide social do que no topo.

6) Como a classe médica está atuando frente a esta problemática?
Representantes de entidades médicas cobraram ontem do presidente Fernando Henrique Cardoso a definição de uma estratégia nacional para enfrentar a doença, com a capacitação de profissionais de saúde. A iniciativa ganhou o apoio do desenhista Maurício de Sousa, criador da Turma da Mônica, que vai produzir um desenho animado e inserir orientações alimentares nas histórias em quadrinhos de seus personagens.


Autor
Dr. Nataniel Viuniski
Pediatra, Especialista em Obesidade Infantil, Coordenador do Departamento de Obesidade Infantil da Associação Brasileira para Estudo da Obesidade – ABESO

Fonte: Nutrição em pauta

Dieta da proteína aumenta risco de câncer

Por Karla Precioso

Segundo estudo, a taxa de mortalidade entre pessoas que seguem uma dieta à base de proteínas é 12% maior do que entre as que seguem dietas ricas em carboidratos. Mas as taxas de mortalidade variam, dependendo das fontes de proteína e gordura usadas para substituir os carboidratos. As pessoas que consomem mais proteínas e gordura de fontes vegetais, como feijões e nozes, apresentam uma chance 20% menor de morrer ao longo do período do que as pessoas que seguem uma dieta com alto teor de carboidratos. Mas aqueles que ingerem proteína e gordura de fontes animais, como carnes vermelhas e processadas, têm 14% mais chances de morrer de doenças cardíacas e 28% mais chances de morrer de câncer, segundo a análise. O estudo foi publicado no periódico Anais de Medicina.


Fonte: Blog da Karlinha

Dor emocional 'dura mais que dor física', diz estudo

Da BBC Brasil

Estados Unidos


Experiências emocionalmente dolorosas sobrevivem mais tempo na memória que a dor física, afirmaram psicólogos americanos. O estudo da Universidade Purdue, em Indiana, foi feito com base em respostas de voluntários, todos universitários, sobre os eventos dolorosos que eles tinham vivenciado nos últimos cinco anos.

Primeiro, eles foram estimulados a recordar dores físicas e emocionais que haviam vivenciado. Depois, foram submetidos a um difícil teste mental, partindo do princípio de que quanto mais dolorosa a lembrança da experiência, pior o desempenho nos testes.

O resultado sugeriu que as lembranças de dores emocionais eram muito mais vívidas que as outras. Nos testes, as pessoas que recordaram de dores físicas se saíram melhor.

Social evolução
Em um artigo na revista médica Psychological Science, os cientistas disseram que é muito mais difícil reviver a dor física que relembrar dores "sociais".

Zhansheng Chen, que liderou a pesquisa, disse que a razão provavelmente está relacionada à evolução do córtex cerebral, que processa pensamentos complexos, percepção e linguagem.

"Isto certamente melhorou a capacidade dos humanos de criar e se adaptar, de se relacionar em grupos e com grupos, comunidades e culturas, e de responder à dor associada às interações sociais", afirmou o pesquisador.

"Entretanto, o córtex cerebral também pode ter tido um efeito não-intencional de permitir aos humanos reviver, re-experimentar e sofrer a dor social".

Os pesquisadores agora pretendem repetir o experimento com pessoas mais velhas, com maior probabilidade de ter suportado dor crônica.

O psicólogo infantil Michael Hughesman concorda que é possível que a dor emocional seja processada em uma parte do cérebro diferente da que processa a dor física, e que por isso a 'duração' da dor seja diferente nos dois casos.

"Há algo de intangível em relação ao dano emocional. Com a dor física, você pode ver a ferida, mas no abuso emocional normalmente há temor e ansiedade remanescentes", afirmou.

"Se alguém no parquinho da escola diz que vai te pegar após a aula, você tende a ficar ansioso e com medo, mais que se alguém simplesmente chegar e bater em você".

Fonte: BBC BRASIL.com